14/10/2013

seven fourteen



"14 (fourteen /fɔərˈtiːn/) is the natural number following 13 and preceding 15. In speech, the numbers 14 and 40 are often confused..."

Sete dias estranhos compõem a nossa vida
em sete dias nascemos, crescemos, amamos e morremos
em sete dias chegamos ao topo do mundo,
ou caímos no inferno mais profundo...
descobrimos o amor, a paixão e todo o terror de acabar sozinho
percorremos ruas, ruelas e caminhos sem paralelos
tudo em sete dias estranhos
mas no fim, somos a divindade que um dia soube viver
em sete dias estranhos...que somados, são mais que o todo,
em catorze melodias de sétimas anunciadas!

"When carefully enunciated, they differ in which syllable is stressed"

22/08/2013

you know (tonight)

step outside
and look at the stars
take a good walk
in the garden of life
you know
how it sounds to me
you know
how it feels in here

cause there's no place
i rather be
there's no one
i rather feel...tonight

come with me
and grab my hand
have a nice dance
in this palace of me
you know
how it makes me laugh
you see
how we feel so good

searching for a sign
searching for a light
having so much fun
in something that we found
looking for a candle
looking very far...
that's how we are

cause there's no place
i rather be
there's no one
i rather feel...tonight

CL

16/08/2013

you know



step outside
and look at the stars
take a good walk
in the garden of life
you know
how it sounds
you know how it feels
cause there's no place
where i rather be

11/08/2013

caminho das runas



caminho das runas...
círculos que não se podem quebrar
vidas que não se podem descruzar
cimento de magia que favorece
o abrir de novos caminhos
novos sentidos
sentires
amares.
debaixo do sol,
que breve se fará lua,
existe um momento de regressar
ao interior e descobrir que o caminho é certo...
e assim será feito
à luz das runas, de dia e de noite!!!

01/08/2013

criar

Renascer
dito por tantos,
em tão pouco
tempo, espaço!
descobrir,
partilhar,
renovar,
alimentar!
Folhas caídas,
que ao ser agarradas,
revelam aprenderes,
sentires, sabores,
sons desalinhados...
Portas, janelas, 
telhados revestidos
a sentimentos.
Para criar,
para viver,
para procurar,
nunca mais 
ditar a vida,
pelas vidas,
que se desfazem
pelas máscaras 
da sociedade...

28/07/2013

beleza em si



rebentos, sementes
num presente,
que não existe,
pois é oferta!
de passados 
que conduzem,
mas nada reconduzem,
para futuros,
incertos e perfeitos,
na sua beleza em si...

15/07/2013

quadros da ilusão

é no decorrer da viagem
que se lambem as lágrimas
de feridas alheias
recônditos prazeres
ocupados por anos
de uma história
cem mil anos passarão
e outros iguais, outra vez
nas paredes do quarto
recolho os quadros
da ilusão...

devaneios errantes

sons alucinantes
corpo em movimento
reflexo, complexo
algures desconexo

luzes orbitantes
gritantes no olhar
que nos fazem rir
por vezes viajar

salta, corre, dança,
deixa para trás...
o pouco que te perfaz

danças palpitantes
sons em movimento
reflexo complexo
de devaneios errantes....

14/07/2013

enfim...por fim...pronto...


se um dia,
no mar das lágrimas
vires uma garrafa
terá dentro
um poema amarelo!
se te fizer sorrir
foi e será o mais belo...

11/07/2013

uma luz apagada...

alguma vez tentaste
simplesmente não pensar?
alguma vez pensaste
que não estamos vivos?
procura na tua alma
os prazeres simples
de ficar lá fora…

já alguma vez pensaste
que sozinho não
paras de fugir de ti mesmo?
solta as tuas lutas
e grava na tua mente
o caminho, de volta,
só mais uma vez,
novamente…

alguma vez percebeste
que já lançaram
os sonhos bem longe?
ficou apenas o lutar
contra ti, contra mim.
como correr no escuro
de volta para uma luz apagada…

retratos escritos

são precisamente os desconhecidos que nos fazem sentir bem!
esses e as chuvas fora de tempo, quentes, que nos lavam a alma,
nos seduzem os sonhos.
tenho um bloco! onde me escrevo, descrevo, ganho vida.
passa despercebido a toda a gente. nele procuro retratos escritos
da alma, daqueles que amo, daqueles que comigo vão partilhando
trilhos, ideias, coincidências, pormenores e detalhes. daqueles que
procuramos no espelho todos os dias de manhã.
houve tempos em que letras eram números e desses nasciam palavras,
soltas que se quebram pela fragilidade de si sós. o retrato escrito de nós
e de vós, faz a realidade de um mundo criado por sonhos de deleite, acordados.
não gosto de rotinas, tenho algumas...paradoxal...mas nem eu compreendo...
talvez seja caso para não compreender. mas são rotinas soltas, dispersas, que
dentro de si ambicionam não ser iguais à anterior.
procuro no tempo, que me faz, onde não foi assim. sim, porque longe no tempo,
por vezes é perto no espaço...e o bloco recua e avança ao contrário do ponteiro
do relógio, mas sem lhe perder o tempo.
nos ventos que nunca se repetem na face, vislumbro esse saltar de palavras,
imagens, cheiros e sons, que desalinhados nos levam nesta e noutras existências
que coabitam um corpo que nada mais carrega, que o livro dos dias...

07/07/2013

sete...



...ondas do mar!
suaves, que acalmam,
falam, memórias,
descrevem estórias.

aves no ar!
em voos perfeitos,
pairando sobre a areia,
branda e fina,
que se perde
por entre os dedos,
gelados de frio...

mãos em desalinho
perdem o fio
da memória
de uma perfeita estória!

05/07/2013

só palavras...

palavras constroem,
mal usadas, ou interpretadas,
destroem subtilmente,
tal como a cinza
do cigarro,
que perdura
até cair...


semelhanças...ou pormenores

as semelhanças
são lembranças
de caminhos passados,
que recordamos
com carinho
bem dentro da alma!
a vida está no futuro
incerto, é certo,
mas não no passado.
os pormenores, esses sim,
são lembranças do futuro,
ainda por desvendar,
mas dedicado às semelhanças,
com o passado que retemos
e aprendemos
para o amanhã!

no calor da noite

no calor da noite,
onde impera a razão,
aproximam-se seres
de outra estação

de fraca memória
ficaram na história
os sons das sirenes
de faróis à beira mar

ouve-se ao longe,
um grito soturno
de ave sentida
por um tiro no escuro

talvez agora
no calor da noite
a alma pernoite
neste corpo cansado!

04/07/2013

o livro...




gostava de escrever um livro
em que cada história
fosse diferente a cada
par de olhos...
queria que não fosse,
nem grande nem pequeno,
do tamanho de história,
de cada um...
ter uma capa rosa,
quem sabe, azul, ou verde!
ser manuscrito, a lápis,
pela mão de cada um...
podia ser de contos,
lendas ou rugas
que fomos criando na vida!
gostava de escrever um livro.



29/06/2013

na cidade


gosto de passear na cidade.
observar cada detalhe,
pormenor delicado,
produtos de cada
sombra de nós.
em cada recorte,
uma memória,
de ontem, de amanhã.
sementes de segredos
bem guardados e
edificados
nas ruas da cidade...
onde gosto de passear!

26/06/2013

suficientemente escasso...


existir é suficientemente escasso.
para além do visível 
há o invisível,
aquilo que nos move,
por vezes demove.
aquilo que parecemos,
afinal não somos... ou,
somos parte e a outra
cicatrizes do existir...escasso?!
tem de haver mais.
a procura de quem,
ou do que reflete,
perfeitamente (?!)
quem somos,
o que somos,
como podemos ser!
o "homem não é uma ilha",
apesar de uma ilha
poder ser um mundo!!!


23/06/2013

vazio do tempo

é no vazio do tempo,
em que há mais tempo,
para sem usar a razão
me centrar no coração...

houvesse um botão,
um lugar longe do tempo,
e talvez fizesse reset
à razão e me ficasse...
somente...com o coração!


que mais?!


22/06/2013

caminhos...

caminhos paralelos...
outro eu que trilha
outros caminhos!?
de tempos a tempos
penso em mim
olho-me no espelho
vejo os meus olhos
terão sido sempre
assim?!
não me recordo deles
antes...
talvez por não olhar
para eles o quanto devia
janelas interrompidas
por luzes que me levam
a desviar o olhar!

20/06/2013

última fronteira

Amor...a última fronteira!
da descrença nasce a prova incontornável,
irrefutável,
belo, admirável,
e acima de tudo
a capacidade de nos
levar num sonhar, verdadeiro...
sim...ja posso partir em paz,
pois vi, senti e conheci
o amor, a ultima fronteira...

19/06/2013

na areia

forcei-me a rir
de alturas finitas.
deitei-me no chão
senti o meu ser

doces palavras
trocadas por fora
cruzadas por dentro
de forças teimosas

forcei-me a ler
teu livro em branco
molhado de sal
na areia deitado

quem sabe?

no circo da redoma
encontrei-te deitada
nas rugas.
plantei árvores nos
teus olhos,
e já não sei que te chamar
já não sei que te chamar...

no palácio da semana
descobri-te deitada
na bruma.
plantei fogo
nos teus lábios
e já não sei como te olhar
já não sei que te chamar...

18/06/2013

eternas

eternas são as flores,
na primavera,
assim como o azul,
no verão!
eternas as princesas,
mares e castelos!
eternas as estrelas,
as que estão e as
que foram,
fora de tempo,
no tempo!
eternas as que virão...
eternos os sentires, sabores,
sons em desalinho, da vida
que afinal são alguns dias,
uns para errar e
outros para aprender
a viver com eles...

14/06/2013

14...



por momentos...
poderia ser mais
poderia ir mais longe.
poderia ser tudo,
e do nada criar o mundo
o universo que girasse ao
som de músicas de pianos e violinos...
por momentos...
mais longos, mais curtos...
coisas que se aprenderam...
sentimentos que afinal existem,
para sempre...de quem acredita!

07/06/2013

o vento...



estes ventos frios de verão
lembram escarpas,
de passados quebrados.
ventos que tecem segredos,
em cada alma,
regurgitando sofrimento
no corpo, já por si
cansado de si.
relembram sonhos,
de conto de contar.
estes ventos gélidos,
trazem à mente,
que se mente,
que a vida é um sopro...
um sopro que cria o vento...

02/06/2013

parece domingo



hoje pareceu novamente domingo,
ao fim de tarde, sol no horizonte!
carros que deslizam, em parcimónia,
destinos marcados,
dentro pessoas cruzadas,
pela vida, pelo vento suave
que percorre a avenida!
recordo o antes,
tempo de outras viagens...
uma pequena caixa,
repleta de sonhos,
cores, loucuras, sorrisos...
era minha, mas também tua...!!!
parece domingo,
pensamento que vagueia
no espaço e no tempo...
o sol já se pôs...

28/05/2013

semente...

a semente germinou,
cresceu e logo se tornou
numa árvore esplendorosa
cheia de luz, cheia de vida!

breve chega a sociedade,
e a árvore cortou!
até a raiz arrancou...

a semente, essa,
está agora espalhada
pelo universo.
espera por melhores dias,
quem sabe, melhor sorte...

27/05/2013

fogo...

promessas quebradas
nas ruas cruzadas
saltei do banco
ja sem descanso
e fiquei a olhar...
horizontes de fogo
que me consomem,
num sol gritante de dor
onde me afogo,
me perco,
e procuro abrigo...

26/05/2013

desconseguir...

acreditar na magia ...
acreditar no livro dos dias...
em moçambique há uma expressão que  é "desconseguir"...
desconsegui acreditar na magia da noite,
nos mistérios da lua...
...
...
...
no meio de gente,
riu mas desconsegui acreditar
no sorrir
preso no conseguir
desconsegui voar e
chegar ao destino desejado!
preso no vento
que consegue desconseguir,
colorir e descolorir
no sol que aquece,
adormece e desconsegue
sonhar...

25/05/2013

ideias em apneia ... 7 segundos



fechado para dentro,
fechado por dentro!
ventos que passam,
odores que mudam!
Filmes que ficam,
ideias que saram...?!?!

fechado por dentro,
fechado para dentro!
passada uma lua,
tão grande o seu poder,
ficarei cativo do som,
que o mar me souber dizer.

 ...

um abrir de aspas,
num correr por estradas,
que sabem a pouco,
pois de vontade
o universo se deixa levar,
devagar, ímpar!

fechado por dentro,
fechado para dentro!
Passada a chuva
tão grande o seu saber,
ficarei cativo da imagem,
que um olhar,
um dia,
me soube trazer...

10/05/2013

...



ponho-me a olhar para o espelho
e aquilo que era uma silhueta feliz
é agora uma feliz silhueta.
é hora de voltar dentro da casca
hora de percorrer o caminho de volta
espaços que já não conheço...
lugares onde não permaneço!
desiludi quem amo,
desiludi crenças,
pouco ou nada.
pouco ou nada
para acreditar...
pego nas palavras ao vento
e tento voar com elas!
esperar que façam sentido...

"chegamos ao fim da canção...
e paro um pouco para dormir..."



02/05/2013

para dentro...


agarrar o amor?!
fechar a mão?!
responder ao desafio...
trauteei hinos de batalha
semeei rebentos de memória!
rasguei a camisola,
esfolei os joelhos...
mas ergui-me.
sonolento,
suspirei canções com memórias...

23/04/2013

no words...


no words...just a thought...

um desenho...e um sorriso




hoje recebi um desenho e um sorriso
podia ser um laço, quem sabe, um abraço!
fez-se passar o tempo, como se pôde
entre sorrisos e olhares traquinas
ente memórias ainda não escritas!
hoje recebi um desenho e um sorriso
podia ser um laço, quem sabe, o abraço...


21/04/2013

beija-flor


hoje vi um beija-flor...
o bater das suas asas
recorda emoções
que viajam à velocidade
do seu bater...

20/04/2013

Tanta coisa...e coisas e coisas


- Tanta coisa...
- Tanta quê?
- Coisas...
- Que coisas afinal?
- Coisas...sei lá!!
- Mau!! Mas tu não sabes que coisas?
- Sim...sei...


E coisas?! Conta-me coisas...
bonitas e cheias de coisas,
daquelas boas,
que nos enchem os sonhos
com as coisas que sempre sonhámos.

Lembra-me coisas,
saberes e fazeres
que nunca esquecemos
quando fazemos estas coisas…

Se por cada coisa que eu sei
pudesse pedir uma coisas em troca…
teria montes de coisas e seria feliz…
no entanto de todas coisas que existem,
nada como a coisa que temos entre nós…

15/04/2013

menina na lua

há uma menina na lua
há uma paixão que perdura
há vontade de chegar longe
daqui até um feliz adormecer 
e acordar...

um mundo...



uma princesa,
uma vida,
um mundo a descobrir.
uma aventura,
com ternura
amor e paixão.
assim te vejo,
bela princesa,
cativo do teu coração...

14/04/2013

14... nove



poderiam ser mil anos
poderiam ser breves segundos
poderia ser uma névoa
ou uma onda do mar
foi num dia de sol,
nove meses e um acordar,
despertar finalmente
e amar...
como uma borboleta
que sai do casulo 
lentamente,
aprende a voar...


A consciência de amar e ser amado traz um conforto e riqueza à vida que nada mais consegue trazer.
Oscar Wilde

09/04/2013

por vezes...


por vezes o fundo...
longa jornada
que nos permite
esquecer quem somos,
ou quem fomos..
ou então a luz!
aquela magnífica luz
que nos recorda,
a vida,
recorda aquele abraço
de fim de dia,
terno, tímido
talvez até suado.
depois a calma,
o vento, que
na sua simples
melancolia
apazigua a alma,
traz recordações,
cheiros, imagens...
ideias e vontades
a dois...quem sabe.
corações de ouro,
corações de prazer,
de vontade de viver.
uma vida simples...
mas uma sociedade impura
que nos bombardeia
com ideais absurdos
nada ligados a seres,
humanos...?!?!?
ainda escrevo o que não está
escrito...
se será lido na eternidade?
quem sabe...
continuarei a escrever
enquanto houver montes
e vales para caminhar...


05/04/2013

31/03/2013

flower field

"Love is patient and kind; love does not envy or boast; it is not arrogant or rude. It does not insist on its own way; it is not irritable or resentful; it does not rejoice at wrongdoing, but rejoices with the truth. Love bears all things, believes all things, hopes all things, endures all things.
Love never ends." 
(C.13)

29/03/2013

London moon...just for you


Theres's no place, like the place we can call LOVE...

Reflexão de Páscoa



O tempo é como um rio…nunca poderás tocar na mesma água duas vezes, porque a água que já passou, não voltará a passar novamente. Aproveita cada minuto da tua vida e lembra-te: não busques boas aparências porque elas mudam…não procures pessoas perfeitas porque elas não existem…procura acima de tudo, alguém que saiba e respeite o teu valor.

Boa Páscoa :*

10/03/2013

o lobo - parte I

e o lobo estacou...
cansado, da última batalha,
sentia-se sonolento. o ferimento tinha sido profundo.
caminhou suavemente para junto de uma árvore e
num último clamor uivou à sua bela e encantada lua,
companheira de tantas aventuras, de tantas batalhas...
a cumplicidade era enorme. contudo, o lobo estava cansado,
derrotado...seria altura de terminar a sua longa história?!?!
continuou a falar com a lua...queria lutar, voltar a andar,
a correr pelos montes e vales!!
mas a última batalha aparecia sempre na sua mente...
o inimigo era grande, poderoso...onde arranjar forças
para combater tal personagem? tinha de haver uma solução...
não queria abandonar a sua companheira, a lua...
não queria desistir de si mesmo e das suas crenças.
talvez retirar-se para respirar não fosse má ideia.
daria tempo para reagrupar as suas forças,
as suas energias e a vontade de lutar, voltar a andar,
a correr pelos montes e vales!!!
a lua sorriu, como que aprovando a decisão do lobo...


03/01/2013

somente...


de palavras
de ideias
de sabores
cheiros e toques
de momentos
de risos e sorrisos
de vontades, desejos,
por alcançar...
seja tudo feito 
seja tudo perfeito
seja tudo para ser refeito
pois a vida é feita
de momentos
em que cada um 
faz lembrar o anterior...

*******