04/07/2020

Hold on and breathe

there´s a life that run outside,

storms in every step it takes

constant fear that scream out loud

we are hidden in the dark

 

people run aimlessly,

hidding faces in their hands

have chaos in their lives

they’re just looking for a way


hold on and breathe,

move on and breathe

have faith in thee  

and hold on and breathe

 

Walking in at night alone

hearing sounds it recognizes

looking for his quiet room

and escape from destiny

 

he’s just staring at the dark

hidding face with his hands

have no changes in his life

he’s just looking for better days

 

hold on and breathe, (better days will come) 

move on and breathe (better days will come) 

have faith in thee  (and the light will come)

and hold on and breathe


https://www.youtube.com/watch?v=dgep6jb4UWo


02/05/2020

Catching the butterfly

I just want to sing, this simple song, with no worries on my heart

Just want to sit, close to you, see the light in your eyes

 

Please open the door, and let me in, It’s freezing here outside

I just want to sing this simple words, of my own…

 

Open your arms, embrace the wind

And you will be free

Catching the butterfly and smile

And you will live again

 

I just want to cry this simple tune, with nature all around

Waiting though to see your smile, and my lips touching yours

 

So open the door, and let me in, It’s freezing here outside

I want to sing this simple words, of my own…

 

I’s the picture that i paint, with the colours of  my own … simple words…


22/04/2016

Viva a Liberdade...

Quarenta e dois anos volvidos e a liberdade de expressão só se limita à liberdade de falar, pois, quando toca a denunciar e discutir as injustiças, fraudes, atentados à moral e dignidade humanas, sobretudo quando promovidas pelas entidades soberanas, vemos a liberdade de expressão perdida no anonimato ou deturpadas por vis manipulações de opiniões e vontades.

Mais de quatro décadas volvidas e julgamos que a liberdade de expressão nos dá direito de fazer uso da palavra com quaisquer fins, sejam eles de elevada moralidade, seja para enganar, escarnecer, ofender e denegrir a imagem de terceiros.

Infelizmente, ainda se julga que liberdade nos concede o direito a fazer tudo o quanto se pretenda, mesmo quando interfira com a liberdade moral, cívica ou de direito. Ainda vemos, com demasiada leviandade de ideologias fracassadas, a tutela a usar e abusar deste direito, ganho a sangue e suor, sendo demasiadas vezes a primeira a cometer as maiores atrocidades. 

Mais de quarenta anos e um governo ideológico, a cheirar a mofo, faz da liberdade de escolha, uma moeda de troca, suja, usando argumentos vazios de fundamento, vazios de valores humanos, vazios de intenções válidas. Cede a lobbies, cede aos carniceiros sindicais, que nada mais pretendem do que desestabilizar relações e acordos, somente para justificar a sua parasita existência.


Tanto se passou desde a revolução de Abril e, parece-me, a maior lição que daí devemos retirar é que ainda se encontra bem longe de ter sido concluída. Se não cultivarmos a liberdade, a verdadeira, educando e ajudando os nossos jovens a desenvolver um sentido crítico, cívico e moral, apontando para todo um futuro incerto, mas cheio de novos desafios, continuaremos nesta "liberdade de recreio", camuflada pelas letras dos mais fanáticos defensores de regimes nada interessados no Homem. Rapidamente voltaremos a novas formas ditatoriais.

Pensar em Abril é abrir a mente e olhar bem mais longe que musicas revolucionárias e camaradas (demasiadas vezes sem qualquer sentido critico ou capacidade individual de produzir opinião isenta de ideologias obsoletas), em lutas por melhores condições da vida social salutar e evolutiva. É pensar na evolução que cada indivíduo deve efectuar em si e para com o bem de todo um país, para vingar o futuro. É reflectir sobre cada minuto, cada dia e cada obrigação para com a existência de uma sociedade. É reflectir sobre cada acto, prevendo cada consequência no futuro. É voar mais alto sim, mas com a consciência que só voaremos agarrados uns aos outros, em cooperação e nunca deixando ninguém para trás.

Viva a liberdade, sim! Mas morra a ideia bacoca e ultrapassada de um 25 de abril bolorento e cheio de mofo de quem só debita conversa em nada útil para o melhor desenvolvimento de Portugal.

10/01/2016

Imagens estivais

O vento rodopia as folhas
que caiem sem destino marcado.
Nuvens onduladas, rejubilam, quentes,
numa tarde final de verão.

Gaivotas que rodopiam pela areia,
prenúncio de terra molhada…
Marulham em coro, que morre e sufoca,
no fundo horizonte.

A espaços, de um tempo lento,
assobia uma sereia, e vemos rastos brancos nas ondas
- Bravos do mar que regressam
a lides noturnas de quem nunca esquece.

O vento? Esse regressa e,
com força,
leva a imagem para o outro lado do mar…

29/11/2015

alucino

alucino saber,
que tanto há para ver.
queria nunca crescer.

talvez,
no sonho de criança,
veja a simples esperança
de olhar o céu,
e um dia, quem sabe,
subir uma escada
e uma estrela cobiçada
possa trazer, no bolso das calças,
e assim, um tesouro manter.

alucino saber,
que tanto há para descobrir.
que a esperança
quero manter
de nunca,
nunca, crescer...


imagem daqui: https://caravanadovento.files.wordpress.com/2013/09/estrelas.jpg

27/07/2014

faces sedadas

No mercado das horas,
Regateias o tempo, na pedra marcada.
No caminho estreito
Gritas em plena chegada.

Espreitas pelas costas,
Sem ver o medo
Salpicas o ventre,
De faces sedadas,
Em pleno tormento.
É rasgar o tempo
Rasgar por dentro!

Um fumo desfeito
Num riso perfeito, apertas o peito.
O medo de julgar,
Perdido por nada, salivas desejo.

Espreitas pelas costas,
Sem ver o medo
Salpicas o ventre
De faces sedadas,
Em pleno tormento
É rasgar o tempo
Rasgar de dentro


[https://vampyrefangs.files.wordpress.com/2012/07/clown-2.jpg]

14/10/2013

seven fourteen



"14 (fourteen /fɔərˈtiːn/) is the natural number following 13 and preceding 15. In speech, the numbers 14 and 40 are often confused..."

Sete dias estranhos compõem a nossa vida
em sete dias nascemos, crescemos, amamos e morremos
em sete dias chegamos ao topo do mundo,
ou caímos no inferno mais profundo...
descobrimos o amor, a paixão e todo o terror de acabar sozinho
percorremos ruas, ruelas e caminhos sem paralelos
tudo em sete dias estranhos
mas no fim, somos a divindade que um dia soube viver
em sete dias estranhos...que somados, são mais que o todo,
em catorze melodias de sétimas anunciadas!

"When carefully enunciated, they differ in which syllable is stressed"

22/08/2013

you know (tonight)

step outside
and look at the stars
take a good walk
in the garden of life
you know
how it sounds to me
you know
how it feels in here

cause there's no place
i rather be
there's no one
i rather feel...tonight

come with me
and grab my hand
have a nice dance
in this palace of me
you know
how it makes me laugh
you see
how we feel so good

searching for a sign
searching for a light
having so much fun
in something that we found
looking for a candle
looking very far...
that's how we are

cause there's no place
i rather be
there's no one
i rather feel...tonight

CL

16/08/2013

you know



step outside
and look at the stars
take a good walk
in the garden of life
you know
how it sounds
you know how it feels
cause there's no place
where i rather be

11/08/2013

caminho das runas



caminho das runas...
círculos que não se podem quebrar
vidas que não se podem descruzar
cimento de magia que favorece
o abrir de novos caminhos
novos sentidos
sentires
amares.
debaixo do sol,
que breve se fará lua,
existe um momento de regressar
ao interior e descobrir que o caminho é certo...
e assim será feito
à luz das runas, de dia e de noite!!!

01/08/2013

criar

Renascer
dito por tantos,
em tão pouco
tempo, espaço!
descobrir,
partilhar,
renovar,
alimentar!
Folhas caídas,
que ao ser agarradas,
revelam aprenderes,
sentires, sabores,
sons desalinhados...
Portas, janelas, 
telhados revestidos
a sentimentos.
Para criar,
para viver,
para procurar,
nunca mais 
ditar a vida,
pelas vidas,
que se desfazem
pelas máscaras 
da sociedade...

28/07/2013

beleza em si



rebentos, sementes
num presente,
que não existe,
pois é oferta!
de passados 
que conduzem,
mas nada reconduzem,
para futuros,
incertos e perfeitos,
na sua beleza em si...

15/07/2013

quadros da ilusão

é no decorrer da viagem
que se lambem as lágrimas
de feridas alheias
recônditos prazeres
ocupados por anos
de uma história
cem mil anos passarão
e outros iguais, outra vez
nas paredes do quarto
recolho os quadros
da ilusão...

devaneios errantes

sons alucinantes
corpo em movimento
reflexo, complexo
algures desconexo

luzes orbitantes
gritantes no olhar
que nos fazem rir
por vezes viajar

salta, corre, dança,
deixa para trás...
o pouco que te perfaz

danças palpitantes
sons em movimento
reflexo complexo
de devaneios errantes....

14/07/2013

enfim...por fim...pronto...


se um dia,
no mar das lágrimas
vires uma garrafa
terá dentro
um poema amarelo!
se te fizer sorrir
foi e será o mais belo...

11/07/2013

uma luz apagada...

alguma vez tentaste
simplesmente não pensar?
alguma vez pensaste
que não estamos vivos?
procura na tua alma
os prazeres simples
de ficar lá fora…

já alguma vez pensaste
que sozinho não
paras de fugir de ti mesmo?
solta as tuas lutas
e grava na tua mente
o caminho, de volta,
só mais uma vez,
novamente…

alguma vez percebeste
que já lançaram
os sonhos bem longe?
ficou apenas o lutar
contra ti, contra mim.
como correr no escuro
de volta para uma luz apagada…

retratos escritos

são precisamente os desconhecidos que nos fazem sentir bem!
esses e as chuvas fora de tempo, quentes, que nos lavam a alma,
nos seduzem os sonhos.
tenho um bloco! onde me escrevo, descrevo, ganho vida.
passa despercebido a toda a gente. nele procuro retratos escritos
da alma, daqueles que amo, daqueles que comigo vão partilhando
trilhos, ideias, coincidências, pormenores e detalhes. daqueles que
procuramos no espelho todos os dias de manhã.
houve tempos em que letras eram números e desses nasciam palavras,
soltas que se quebram pela fragilidade de si sós. o retrato escrito de nós
e de vós, faz a realidade de um mundo criado por sonhos de deleite, acordados.
não gosto de rotinas, tenho algumas...paradoxal...mas nem eu compreendo...
talvez seja caso para não compreender. mas são rotinas soltas, dispersas, que
dentro de si ambicionam não ser iguais à anterior.
procuro no tempo, que me faz, onde não foi assim. sim, porque longe no tempo,
por vezes é perto no espaço...e o bloco recua e avança ao contrário do ponteiro
do relógio, mas sem lhe perder o tempo.
nos ventos que nunca se repetem na face, vislumbro esse saltar de palavras,
imagens, cheiros e sons, que desalinhados nos levam nesta e noutras existências
que coabitam um corpo que nada mais carrega, que o livro dos dias...

07/07/2013

sete...



...ondas do mar!
suaves, que acalmam,
falam, memórias,
descrevem estórias.

aves no ar!
em voos perfeitos,
pairando sobre a areia,
branda e fina,
que se perde
por entre os dedos,
gelados de frio...

mãos em desalinho
perdem o fio
da memória
de uma perfeita estória!

05/07/2013

só palavras...

palavras constroem,
mal usadas, ou interpretadas,
destroem subtilmente,
tal como a cinza
do cigarro,
que perdura
até cair...


semelhanças...ou pormenores

as semelhanças
são lembranças
de caminhos passados,
que recordamos
com carinho
bem dentro da alma!
a vida está no futuro
incerto, é certo,
mas não no passado.
os pormenores, esses sim,
são lembranças do futuro,
ainda por desvendar,
mas dedicado às semelhanças,
com o passado que retemos
e aprendemos
para o amanhã!